Famosos posam para mostra que comemora 20 anos da campanha O Câncer de Mama no Alvo da Moda no Brasil. Nas imagens, arte e mensagem de incentivo à prevenção contra a doença
Seis belezas diferentes unidas por uma causa: fomentar, cada vez mais, a ideia de que se prevenir do câncer de mama é a maneira mais eficaz de evitar a doença e suas complicações. Essa é a motivação que levou Aline Weber, Giane Albertoni, Paola Oliveira, Cris Vianna, Maria Casadevall e Reynaldo Gianecchini a posarem para O Câncer de Mama no Alvo da Moda, que este ano celebra duas décadas da campanha.
Representada pela imagem de um alvo azul estampado em uma camiseta branca, a campanha, cheia de estilo, surgiu como um convite para que as mulheres passassem a se informar mais sobre a doença que, aos poucos, vencia uma parcela feminina da população, objetivando, assim, a quebra de preconceitos e medo sobre o tema.
A atual mostra optou por dar um ar underground às imagens que, para isso, passaram por intervenções dos artistas Eduardo Kobra, Fábio Moon, Dudu Bertholini, LudovicThiriez, Rogério Plaça e Camila do Rosário.
Maria Casadevall
INCENTIVO HÁ 20 ANOSTrazida ao Brasil pelo Instituto Brasileiro de Controle do Câncer, o IBCC, a campanha O Câncer de Mama no Alvo da Moda é fruto de uma parceria com o Conselho dos Designers de Moda da América, CFDA. A iniciativa americana, do estilista Ralph Lauren, chegou rapidamente e fez, em uma época onde a nudez, além do autoconhecimento do corpo, eram tabus. O Câncer de Mama no Alvo da Moda está presente também na Austrália, Colômbia, Grécia, Inglaterra, entre outros países.
Aline Weber
Fico muito feliz por, mais uma vez, fazer parte desse projeto que tem uma luta tão importante. Ainda mais nessa data tão especial, que é o aniversário de 20 anos”, Paola Oliveira
É um prazer vestir esta camiseta. O Câncer de Mama no Alvo da Moda é um símbolo na conscientização e poder ajudar é sempre ótimo”, Reynaldo Gianecchini
Sísifo era um pastor de ovelhas e filho de Éolo, o deus dos ventos. Era tido como a pessoa mais ardilosa que já existiu. Morava num povoado chamado Éfira e, ao melhorar as condições do lugar, passou a chamá-lo de Corinto, que mais tarde se tornou uma grande cidade. Casou-se com Mérope, filha do deus Atlas e que compõe uma das plêiades.
Um dia, Sísifo percebeu que seu rebanho diminuíra. Estava sendo roubado. Então, marcou suas ovelhas, seguiu o rasto delas e foi dar na casa de Autólico. Arrolou testemunhas da ladroagem e enquanto os vizinhos discutiam sobre o roubo, rodeou a casa em busca de mais alguma ovelha e encontrou a filha do ladrão, Anticleia. Seduziu-a e a engravidou, vingando-se do malfeitor.
Voltando para casa, Sísifo, que andava sempre escondido, presenciou Zeus, o deus do Olimpo, raptando Egina, filha de Asopo. Não deu outra, aproveitando-se do fato, Sísifo, em troca da construção de um poço para sua cidade, entregou o deus sedutor. Claro que Zeus ficou sabendo que Sísifo o tinha dedurado, então pediu que seu irmão Efaístos o levasse para o Hades, mundo subterrâneo onde viviam as almas condenadas.
Pressentindo a fúria de Zeus, Sísifo pede à esposa que não o enterrasse após sua morte e, chegando ao Hades, arma uma cilada para Efaístos e o aprisiona. Conversa com Perséfone, a esposa do deus, e a persuade a deixá-lo voltar e organizar o seu funeral, além de punir os que negligenciaram seu enterro. Ela lhe concede a volta por apenas três dias. Mas, voltando à superfície, ele passa a viver normalmente com sua esposa, como se nada tivesse acontecido.
Vendo aquele absurdo, pois ninguém deveria enganar a morte, Zeus ordenou que Hermes o conduzisse novamente ao Hades e que lá recebesse um castigo exemplar. Deveria rolar uma enorme pedra morro acima, até o topo. Porém, chegando lá, o esforço despendido o deixaria tão exangue que a pedra se lhe soltaria e rolaria morro abaixo. No dia seguinte, o processo se daria novamente, e assim pela eternidade, como forma de envergonhá-lo pela sua esperteza em querer enganar os deuses e a morte.
Esse mito narra o esforço inútil de uma pessoa, seu árduo e rotineiro trabalho, que nunca será concluído. Também fala do desejo humano de ser eterno, como os deuses, vencendo a morte.
Quantas pessoas estão rolando pedra morro acima? Quantas insistem num caso que nunca terá solução? Ou teimando em mudar outra pessoa para se satisfazer? Exercendo uma função rotineira e vazia? Quantas se acham num martírio sem fim? A maioria? Quantas vivem sob o domínio das ideologias sem questioná-las? Quanto dinheiro é gasto no inútil esforço de parar o tempo e se tornar jovem para sempre?
Até aqui tudo parece ser absurdo, pois quando se tenta reduzir a impossibilidade do mundo a um princípio racional e razoável, nada faz sentido. Mas, levar a sério até o que é absurdo, é reconhecer a contradição entre o desejo da razão humana e da insensatez do mundo. Sem o homem, não há absurdo. Então, por que viver uma vida vã e inútil? Ora, o que conta não é a melhor vida, mas como se deve vivê-la. Daí a liberdade. Todavia, para a maioria, ela também é um absurdo e libertar-se é preciso.
Dossiê entregue pelo Ministério Público da Suíça à Procuradoria-Geral da República indica que o dinheiro pago pela Petrobras para viabilizar um negócio na África em 2011 alimentou contas atribuídas ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e sua mulher, a jornalista Claudia Cruz.
Os documentos mostram que a mulher do deputado pagou com recursos de sua conta despesas pessoais no valor total de US$ 1,09 milhão (o equivalente a R$ 4,1 milhões) em sete anos, incluindo faturas de dois cartões de crédito e uma famosa academia de tênis na Flórida (EUA).
Segundo os investigadores, parte do dinheiro movimentado por Cunha tem como origem um contrato de US$ 34,5 milhões assinado pela Petrobras para a compra de um campo de exploração de petróleo em Benin, na África.
De acordo com os documentos, o empresário João Augusto Henriques, um lobista que viabilizou o negócio no Benin, repassou 1,3 milhão de francos suíços (R$ 5,1 milhões) a uma das contas atribuídas a Cunha, entre 30 de maio e 23 de junho de 2011. Os depósitos foram feitos três meses após a Petrobras fechar o negócio na África.
A Suíça encontrou quatro contas associadas a Cunha e sua mulher. Os documentos indicam entradas de R$ 31,2 milhões e saídas de R$ 15,8 milhões, entre 2007 e 2015, em valores corrigidos pelas cotações de ontem.
Relembre a trajetória do ex-Beatle, que se tornou símbolo da paz e, ao lado de Paul McCartney, formou uma das maiores duplas de compositores do século XX
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John Lennon completaria 75 anos nesta sexta-feira, 9
John Winston Lennon nasceu em 9 de outubro de 1940, na cidade de Liverpool. Ídolo de muitas gerações, o eterno Beatle se estivesse vivo completaria 75 anos nesta sexta-feira, 9.
Um dos fundadores do grupo The Beatles morreu de uma forma trágica e precoce, com apenas 40 anos. Na noite de 8 de dezembro de 1980, quando voltava para o apartamento onde morava em Nova Iorque, no edifício Dakota, em frente ao Central Park, John foi abordado por Mark David Chapman, um ''fã'' dos Beatles e de John, que acabou disparando cinco tiros com revólver calibre 38. Quatro disparos acertaram em John, que morreu após perder cerca de 80% de sangue.
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Uma das últimas fotos de John Lennon vivo, feita pelo fotógrafo amador Paul Goresh, exibe Lennon autografando o álbum Double Fantasy para seu futuro assassino.
Lennon ganhou notoriedade com os Beatles, onde junto com Paul McCartney, formaram uma das maiores duplas de compositores do Século XX.
No dia 6 de junho de 1957, Paul McCartney foi apresentado a John Lennon, após Paul ver ''The Quarrymen'', banda (fundada por John), tocar em uma festa na Igreja de St. Peter.
Paul demonstrou suas habilidades como músico a John e foi convidado a entrar para a banda.
Em 1960, a banda trocou de nome 5 vezes. Stu sugeriu o nome The Beetles (os besouros) em homenagem a banda The Crickets (os grilos), de Buddy Holly. Após uma turnê com Johnny Gentle na Escócia, eles mudaram definitivamente o nome para The Beatles.
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The Beatles em 1964
Em 5 de outubro de 1962, os Beatles lançaram seu primeiro compacto com a canção "Love me Do". E no dia 11 de fevereiro de 1963, em apenas um dia, gravaram seu primeiro álbum Please Please Me. Não demorou muito para os Beatles se tornarem um grande sucesso na Inglaterra. E, com o posterior sucesso nos Estados Unidos, iniciava-se a beatlemania.
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John casou-se a primeira vez em 23 de agosto de 1962 com Cynthia Powell
John casou-se a primeira vez em 23 de agosto de 1962 com Cynthia Powell, ela estava grávida e em 8 de abril de 1963 eles tiveram um filho chamado Julian Lennon (cujo nome de batismo foi John Charles Julian Lennon).
No dia 9 de novembro de 1966, John conheceu a artista plástica japonesa Yoko Ono. Mas, somente em 1968 é que John e Yoko começaram um relacionamento amoroso. Na época, Cynthia estava viajando e quando descobriu o caso do marido pediu divórcio, alegando infidelidade.
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John e Yoko iniciariam uma parceria artística e amorosa
A partir deste momento, John e Yoko iniciariam uma parceria artística e amorosa. Yoko Ono foi e ainda é tachada por muitos fãs dos Beatles como uma das principais causas da separação do grupo.
Lennon e Yoko produziram um álbum experimental, Unfinished Music No.1: Two Virgins, que causou controvérsia por apresentar o casal nu, de frente e de costas, na capa e contracapa.
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Lennon e Yoko produziram um álbum experimental, Unfinished Music No.1: Two Virgins
Sean Lennon , filho de Yoko e John, nasceu no mesmo dia do pai, em 9 de outubro de 1975. O músico e produtor musical, meio irmão do primeiro filho de John com Cynthia Powell, Julian Lennon, completa hoje 40 anos.
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Julian Lennon filho mais velho de John com Cynthia Powell e Sean Lennon filho de John com Yoko Ono
Lennon recebeu uma Estrela da Calçada da Fama de Hollywood em 30 de setembro de 1988. Em 2002, John Lennon entrou em oitavo lugar em uma pesquisa feita pela BBC como os 100 mais importantes britânicos de todos os tempos.
Em 2008, John foi considerado pela revista Rolling Stone o 5º melhor cantor de todos os tempos, e o 55º melhor guitarrista de todos os tempos.
Ouça 7 músicas para entender a carreira de John Lennon
1. ''Help!'' Lançada em 1965, no auge da Beatlemania, a canção marca a fase em que os Beatles começavam a ampliar seus temas e escrever sobre questões pessoais, por exemplo. A música acabou ganhando uma roupagem alegre, o que não deixou Lennon satisfeito, mas teve enorme sucesso.
2. ''In My Life''
Uma das faixas do álbum “Rubber Soul” (1965), a canção trata de algumas memórias de Lennon sobre sua infância em Liverpool.
3. ''Revolution'' Revolution é um grito de protesto dos Beatles, mas principalmente, de John Lennon contra a guerra do Vietnã, que em 1968, ano de lançamento da música estava no auge.
4. “Beautiful Boy (Darling Boy)” Integrante do álbum “Double Fantasy”, a canção, escrita por John para o filho mais novo, Sean Lennon.
5. “Woman” Escrita em homenagem a Yoko Ono, a canção foi gravada para o álbum “Double Fantasy”. Foi a primeira canção a ser lançada após sua morte, em 8 de dezembro de 1980.
6. “Lucy in the Sky with Diamonds” Até hoje se fala que a canção faz uma referência ao LSD com as iniciais do título, mas Lennon sempre explicou que a inspiração veio de um desenho do filho, Julian.
7. “Imagine” Lançada em 1971, se tornou sua canção mais conhecida. Musicalmente simples, fala dos sonhos do músico sobre um mundo sem divisões, sem ganância e sem fome.
A Justiça decidiu que uma igreja evangélica de Camaçari (BA) será multada em R$ 5 mil por ofender moralmente um terreiro de candomblé. A batalha judicial se arrasta há um ano e é apontada como causa de uma morte.
Os problemas começaram no ano passado, quando o terreiro Oyá Denã, no bairro de Mangueiras, periferia da cidade, passou a ter como vizinho a igreja evangélica Casa de Oração Ministério de Cristo.
Segundo a Defensoria Pública Estadual, que obteve na quinta-feira, 1º, uma liminar que impede os membros da igreja de atacarem moralmente o terreiro, os pastores se referiam ao Oyá Denã como “local de feiticeiros” e habitado pelo “demônio”.
“Os dois pastores denegriram tanto a imagem do terreiro que a chefe da casa de candomblé morreu de infarto”, afirmou o defensor Ricardo Alcântara, um dos autores da ação contra a igreja.
A ialorixá Mildreles Dias Ferreira, 90, a mãe Dedé de Iansã, que comandava o terreiro de candomblé havia 45 anos, morreu em 1º de junho.
Há algum tempo, nós publicamos aqui no Mega uma lista com algumas das mulheres incríveisque, ao longo da História, marcaram a humanidade com seus grandes feitos. Nossos leitores, como sempre, nos deram ótimas sugestões de outras heroínas sobre as quais poderíamos falar em outra publicação e cá estamos, com mais histórias de mulheres fantásticas. Confira a seguir:
1 – Sarla Thakral
Sarla foi a primeira mulher indiana a pilotar uma aeronave. Sua licença de piloto saiu em 1936, quando ela tinha apenas 21 anos de idade.
2 – Marina Ginestà
Esta imagem, de 21 de julho de 1936, é a mais famosa de Marina, uma veterana francesa que participou da Guerra Civil Espanhola.
3 – Florence Nightingale
O Dia da Enfermagem é comemorado em todo o mundo em 12 de maio porque essa é a data de nascimento de Florence Nightingale. Conhecida como a “senhora da lâmpada”, Florence ficou famosa por cuidar de soldados de guerra à noite, com a ajuda de um lampião, no hospital onde trabalhava.
Ela é responsável também por muitas medidas de saúde que ajudaram a moldar a medicina moderna. Na Inglaterra, Florence tem a fama de ser a segunda mulher mais influente durante a Era Vitoriana, ficando atrás apenas da própria Rainha Victoria.
4 – Gertrude Caroline Ederle
Em 1926, Gertrude Caroline Ederle passou a ser conhecida como a primeira mulher a atravessar o Canal da Mancha a nado.
5 – Maria Teresa de Filippis
Em 1958, Maria Teresa fez história ao ser a primeira mulher piloto de Fórmula 1.
6 – Ellen O’neal
Em 1970, Ellen O’neal ficou classificada entre os melhores skatistas do mundo.
7 – Kate Sheppard
A Nova Zelândia foi o primeiro país do mundo a entender que mulheres também têm o direito de votar. Isso aconteceu graças a Kate Sheppard, que foi líder do movimento sufragista no país.
8 – Hattie Larlham
Hattie Larlham foi pioneira no desenvolvimento de tratamentos específicos para crianças que nasciam com necessidades especiais.
9 – Billie Jean King
Considerada uma das melhores atletas mulheres de todos os tempos, Billie Jean King também fez história ao ser a primeira atleta a revelar sua homossexualidade publicamente.
10 – Dra. Wangari Maathai
Essa ativista queniana, que recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 2004, foi a fundadora da ONG Movimento Cinturão Verde, que criou há mais de três décadas e que promove até hoje trabalhos que buscam cuidar do meio ambiente, encorajando principalmente mulheres a participar também e, dessa forma, melhorar suas vidas e as de suas famílias.
11 – Ada Lovelace
A matemática inglesa Ada Lovelace é responsável pela criação do primeiro algoritmo feito para ser processado por uma máquina, em 1840, o que a faz ser considerada a primeira programadora da História. Ainda que não tenha visto nenhuma das máquinas que seus estudos pioneiros ajudaram a criar, em 1982 o nome “Ada” passou a ser usado em referência a uma linguagem específica de programação.
12 – Maria Quitéria de Jesus
Conhecida apenas como Maria Quitéria, essa brasileira que viveu entre 1792 e 1853 é considerada uma heroína nacional graças ao seu papel em lutas pela independência baiana. Para fazer parte do exército, cortou o cabelo e se vestiu como homem. Tempos depois, foi condecorada com a Ordem Imperial do Cruzeiro do Sul.
13 – Madre Teresa de Calcutá
Possivelmente uma das missionárias mais famosas do mundo, Madre Teresa ficou conhecida por seus trabalhos de caridade, sempre fundamentados nos preceitos do cristianismo. Durante a sua vida, a religiosa deu aulas de História e Geografia na cidade de Calcutá. Em 1946, ouviu um chamado interior e declarou que, a partir de então, passaria a viver entre os pobres. Em 1979, recebeu o Prêmio Nobel da Paz. Morreu aos 87 anos de parada cardíaca e foi beatificada em 2003.
14 – Irmã Dulce
A famosa freira brasileira é conhecida graças a seus trabalhos sociais. Aos 13 anos já demonstrava grande interesse pela vida religiosa cristã e tinha uma preocupação forte com a situação das pessoas pobres no mundo. Em Salvador, quando já era freira, trabalhou como enfermeira voluntária e professora de Geografia. Entre seus projetos destacam-se iniciativas com moradores de favelas e trabalhadores – ela fundou uma escola pública destinada apenas a operários e seus filhos, em 1939. No mesmo ano, em um barracão, abrigou moradores de rua e pobres doentes que se viam sem amparo.
Como o tal barracão havia sido ocupado pela freira e pelas pessoas que ajudava e como o espaço era público, ela foi obrigada a deixar o local. Em seguida, ganhou autorização para levar todo mundo para o galinheiro do Convento das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição – hoje o local é o Hospital Santo Antônio, fundado pela irmã. Além do hospital, a religiosa também criou um asilo e um orfanato, que oferece cursos profissionalizantes. Irmã Dulce Foi beatificada em maio de 2011.
Praça Irmã Dulce, em Salvador, na Bahia.
15 – Bárbara Alencar
A avó do escritor José de Alencar possivelmente serviu de inspiração ao neto. Nascida em Exu, em Pernambuco, Bárbara Alencar é uma das mulheres que participaram da revolução de 1817. Decidida a fazer parte da história de seu povo, essa pernambucana transformou sua própria casa em um local de reuniões que eram feitas para decidir estratégias de revolução. Durante os anos que passou presa, trancafiada em um calabouço, Bárbara Alencar gritava que “não queria ser rainha, não! Queria ser rei!”.
Cidade de Exu, em Pernambuco.
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Como já havíamos lembrado na publicação anterior, existem MUITAS mulheres cujas histórias são incríveis – felizmente. Então, é impossível falarmos sobre cada uma delas. De qualquer forma, se você se lembrar de alguma mulher que também deveria estar nessa lista, conte para a gente nos comentários – quem sabe não fazemos uma terceira publicação sobre o tema...